Luiz Carlos Miguita – Insiders Londrina
Em constante movimento, o cardiologista londrinense Luiz Carlos Miguita de forma
alguma aparenta os 59 anos de vida. Solícito, educado e de bem com a vida,
Miguita, que faz a linha caseira, adora estar ao lado da família e não
dispensa as tradicionais tacadas, nos campos do Royal Golf, ilustra o Insiders
de janeiro, na exclusiva ao Frizz.
Data de nascimento: 4 de dezembro de 1946
Cidade de Origem: Bastos, São Paulo
Casado com: Kessae
Pai de: Luiz Carlos Miguita Junior, Marco César e Fernanda
Atualizado em: 28/01/06

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Primeiras perguntas: como foi sua infância? Quando veio a escolha pela Medicina? Estudei em escola pública, em Tupã, tive uma infância sossegada. Jogava futebol, fiz bons cursinhos em São Paulo e, como já tinha raízes em Londrina, optei pela Faculdade Medicina Norte do Paraná, depois incorporada à UEL. Meu pai tinha uma farmácia em Tupã, interior paulista, e lá estava em contato com médico, injeção... |
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Especialidade: a Cardiologia. Logo no terceiro ano da faculdade me identifiquei com a Cardiologia. Em 1973, me formei na faculdade. Naquela época, a cardiologia registrou um avanço muito grande, isso me fascinou e procurei fazer estágios, me especializando aqui mesmo em Londrina. Conquistei meu espaço inicial no Instituto de Cardiologia. Em 1991, ao lado de meus sócios, demos início ao Centro de Doenças do Coração, onde permanecemos até hoje. A grande satisfação, nessa trajetória é que participamos da formação de dezenas de profissionais, hoje atuando no Paraná, em São Paulo, transferindo conhecimento a esse pessoal mais jovem. |
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Doutor Miguita, como é seu dia-a-dia? Bastante corrido, começo cedo, das 6 da manhã até às 8 horas passo visita hospitalar. Depois, atendo no consultório, para onde volto também depois do almoço, que é um horário sagrado para mim, sempre passo em família. Aos fins de semana, coloco em prática meu hobby, o golfe, além de curtir meus netos, Leonardo e Gabriela. |
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É impossível falar no nome do senhor e, além da Medicina, não vinculá-lo à prática do golfe. Acredito que o golfe se divida em dois aspectos: ou você joga, ou administra. Me encaixo no segundo aspecto. Fui presidente do Londrina Golf Club por oito anos, até 2004. Em 2005, no Royal Golf, continuei na porção administradora, sempre administrando, incentivando... |
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No geral e no paralelo com a Medicina, quais os benefícios inerentes à prática? A prática do golfe traz muitos benefícios: muitos empresários fecham negócios entre uma tacada e outra. Há também o aspecto da competitividade, da interação social, valorização da ecologia. Quanto à Medicina, o esporte promove o controle dos níveis de colesterol, glicose. O Brasil, com toda sua extensão, precisa acordar para instalar campos de golfe, nós temos a vocação. |
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O que falta para um esporte completo como esse, se expandir? Com certeza, um formador de opinião, assim como a Daiane dos Santos fez para a ginástica, precisamos de um Tiger Woods. |
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Para finalizar, quais seus desejos pessoais para este ano de 2006? Para mim, que tudo permaneça do jeito que está. Para meus filhos, sucesso não somente profissional, mas também a unidade familiar. Para a população, patriotismo e que possam receber um retorno do poder público. Não mudamos um país em quatro anos, mas, em duas gerações, com certeza. |
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