Fábio Alexandre Sella – um diplomata nato!
Mesmo não tendo seguido a carreira que almejava desde adolescente, Fábio
Alexandre Sella não deixou de lado as aspirações à
diplomacia. Pessoa querida e admirada por muitos em todo o Estado, Fábio
comemora a ótima fase profissional e pessoal adquirida nesses três
anos em que mora em Ponta Grossa. Analista judiciário federal, ele começa
o ano com muito trabalho pela frente, mas, sempre que pode, pega a estrada e
viaja para curtir as coisas boas da vida ao lado de quem gosta. Trilíngüe,
possui amigos em todo o mundo. Aliás, fazer novos amigos é uma
das coisas que Fábio tira de letra!
Nome completo – Fábio Alexandre Sella
Onde nasceu – Londrina (PR)
Idade – 32
Signo – libra
Formação – Direito – Universidade
Estadual de Londrina
Atualizado em: 03/02/06

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Fábio, depois de merecidas férias – regadas a muita festa, como é do seu gosto –, você começa 2006 com muito trabalho pela frente? Começo de ano sempre serve pra reflexão e estabelecimento de metas. E, na Justiça Federal, trabalho é o que não falta. Algumas metas pessoais também vão exigir muito de mim. |
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Quem conhece você percebe que está com uma aura muito boa. Pode-se dizer que as promessas de fim de ano começaram a ser cumpridas? Não creio que tenha a ver com o final de ano passado, ou o começo deste, mas, sim, com uma junção de fatores positivos que vêm me acompanhando nos últimos meses. |
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Como é seu dia-a-dia na Justiça Federal? Temos uma jornada de oito horas. Mas, pode-se chegar até às onze da manhã, o que deixa o horário um tanto flexível. O trabalho exige muita compenetração e responsabilidade. Mesmo assim, o ambiente de trabalho é tranqüilo, muito bom! Somos quatro analistas na vara federal onde estou lotado. Atualmente, fico encarregado de minutar os despachos do cível.
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De longe se nota que está em ótima forma. Você é uma pessoa muito vaidosa? O que faz para manter a forma e o bem-estar? Mais que vaidade, creio que é a simples vontade de me cuidar. De me sentir bem comigo. Procuro me alimentar corretamente e não deixar de ir à academia. |
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Como foi sua adaptação à cidade de Ponta Grossa, uma vez que sua vida sempre foi muito agitada, inclusive com amigos em todo o Brasil, especialmente em Londrina, cidade onde passou bons anos de sua vida? Eu tive muita sorte! Logo que cheguei aqui em Ponta Grossa, em razão da aprovação no concurso, fiz amizade com um colega também recém ingressado na Justiça Federal, que é daqui, o Fabrício Bittencourt da Cruz. Ele me ajudou muito no começo, me inserindo nos círculos que freqüentava. Com o tempo, também, pude ir cultivando outras amizades. Gosto disso. |
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Pelo visto a distância nunca foi um problema para você, pois mesmo morando a quilômetros de distância, constantemente está visitando seus pais em sua cidade natal e os amigos do Norte do estado... Ao menos uma vez por mês vou para Rolândia, cidade muito próxima de Londrina, onde atualmente residem meus pais e meus irmãos. Procuro manter contato constante com eles e meus amigos de lá. Como eu disse, gosto de cultivar (e manter) esses laços. |
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Porque desistiu da carreira de diplomacia? Ou ainda é um sonho a ser realizado? A diplomacia, com toda certeza, foi uma ilusão da adolescência. Cheguei a me matricular numa escola no exterior, mas, nem comecei. Estando fora do país, não suportei a distância de todos de quem eu gosto. Também analisei as atividades do cargo e perdi o entusiasmo. Por isso, não encaro como desistência, mas, como mudanças de planos. |
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Conte-nos um pouco sobre a sua experiência de vida na Europa... Porque escolheu viajar para lá? Fez muitos amigos nestes seus oito meses fora do Brasil? A experiência é única. Eu tinha escolhido a França, porque meu francês era mais fraco que o inglês e era indispensável para a carreira diplomática. Acabei indo, por problemas com a documentação para escola, para a Inglaterra. Antes, viajei por um mês pelas redondezas. Foi muito bom. Serviu para eu redefinir uma porção de coisas em relação ao meu profissional. Tinha tudo acertado para ficar dois anos. Fiquei apenas oito meses. Mas, o tempo que fiquei lá, foi estudando num colégio para estrangeiros e acabei fazendo amizades com pessoas do mundo inteiro, desde a Suíça até à Arábia Saudita. Mantenho contato com muitos deles até hoje. |
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Pensa em voltar a morar no exterior? Sempre que posso, vou. Mas, a passeio. |
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Quais são as melhores lembranças que traz de sua infância vivida na pacata cidade de Rolândia? Difícil dizer, porque convivo muito, ainda, com tudo o que Rolândia me proporcionou e continua proporcionando (família, estudo e meus amigos). |
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Para seguir a carreira escolhida, abriu mão de muita coisa, como a convivência com amigos de longa data, a aproximação da família... Você é daquelas pessoas que vai atrás de um sonho, não importa onde ele estiver? Na verdade, saí do eixo Rolândia-Londrina, porque estava, na época, querendo novidades. Procurei adequar essa vontade de viver em outro lugar a não me afastar tanto dos familiares e, por isso, escolhi Curitiba. Na época em que eu estava residindo em Curitiba, apareceu a vaga para analista judiciário federal aqui em Ponta Grossa, prestei o concurso, e cá estou. Creio que se deve conjugar os sonhos, vontades e realidade, de forma conciliável. |
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Se considera uma pessoa consumista ou moderada? Já fez algum tipo de extravagância que depois acabou se arrependendo? Uma das minhas metas para este ano, é a minha organização financeira. Tenho uma tendência consumista e, não raro, gasto com coisas desnecessárias. Creio que é bom cometer extravagâncias, mas, não numa constante. |
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Nestes anos em que está morando em Ponta Grossa, fez muitos amigos? Quem você guardará no coração por toda a vida? Prefiro não citar nomes, mas, com certeza absoluta, já há pessoas que sei que me acompanharão pelo resto da minha vida, onde quer que eu venha a estar. |
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Mudando de assunto, quais os planos em termos afetivos? Esta sua boa fase inclui também um grande amor? Por incrível que pareça sou muito romântico e curto quando estou namorando. Mas, isso não é uma preocupação. Estou num relacionamento de mais de um ano e isso tem me trazido muitas felicidades, sim. |
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Sua melhor qualidade? Sinceridade.
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Seu pior defeito? Gula. |
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Um lugar para encontrar os amigos? Minha casa. |
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Uma cidade que gostaria de morar? Curitiba. |
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Um esporte? Tênis (já fui praticante). |
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O que mais admira nos amigos? Prestatividade e lealdade. |
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Um sonho de consumo? São vários. |
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Como imagina sua vida daqui cinco anos? Não imagino. Traço objetivos mais imediatos. Prefiro ir vivendo. |
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