Paula Marchezoni Alho da Silva, a mulher maravilha
Que ela é uma das mais belas mulheres da nova geração, disso, não restam dúvidas! Que ela é a cara ou até mais bela que conhecida top internacional, disso você já sabe... E que tal conhecer a Paula Marchezoni Alho da Silva que não gosta de ir ao cabeleireiro, que vez ou outra fala um palavrão, que ri, que chora...? Num bate-papo sincero com a redação do Frizz, a londrinense fala de tudo um pouco: faculdade, saudades do cunhado, Eduardo Medina Filho, cuidados com a aparência, qualidades, defeitos... Diante das apresentações, a ressalva: mão no mouse e boa leitura!
Data de nascimento: 27/02/1985
Idade: 21 anos
Atualizado em: 26/10/06

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Paula, você cursava Jornalismo, deixou a faculdade e partiu para a Veterinária. Quais as razões para a mudança? Na verdade, até o último ano do colégio, não sabia o que eu iria fazer na faculdade. Como praticava hipismo há muitos anos, achava que a vontade de fazer Veterinária vinha daí e eu não devia misturar o esporte com a minha ocupação profissional. Já havia surgido a idéia de fazer Jornalismo e Medicina, mas eu ainda não havia decidido muito bem. No último momento de fazer minha inscrição para o vestibular da UEL, optei por Jornalismo mesmo tendo passado em Direito na Unopar. Nunca imaginava que iria passar em Jornalismo na UEL, então, assim teria mais um tempinho para decidir o meu curso. Acontece que, 15 dias antes do meu vestibular, resolvi que queria passar e comecei a estudar muito. Acabei passando. Dois anos depois, percebi que ali eu não passaria de "garota do tempo" e que não adiantava fugir dos meus cavalinhos, eles eram minha vida e meu destino como profissional. Larguei o curso de Jornalismo e Economia - eu também fazia disciplinas de Economia, na UEL - e, graças a Deus, entrei novamente, dessa vez, fazendo Veterinária, na UEL, faculdade essa que vou cursar até o fim agora. (risos) |
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Além da faculdade, quais suas outras atividades? Como a minha faculdade é em período integral - se não for em aulas, é nas festas, afinal veterinária é veterinária risos - e eu levo o hipismo muito a sério, indo treinar todos os dias quando a faculdade permite, não me sobra muito tempo para outras atividades. Entretanto, eu ainda faço boxe e kick boxe com o Neto, na Wet e ajudo na parte de compra e manutenção dos medicamentos para os animais da Força Livre. |
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Você participa das principais provas de hipismo, país afora. Quais suas principais conquistas, quais mais te marcaram ? Graças a Deus e à minha mãe, eu sempre pude participar das melhores competições com ótimos animais e um ótimo treinamento, assim sempre pude alcançar lugares que eu nunca imaginara antes. Já fui algumas vezes campeã paranaense e até brasileira em diferentes alturas e categorias dentro do hipismo. Mas existem aquelas provas que por algum motivo têm um significado maior pra mim. Com certeza a prova de hipismo mais importante na minha vida foi a Copa de Hipismo Eduardo Medina Filho, organizada pela Força Livre (minha mãe e Zequinha) nas dependências da Sociedade Rural do Paraná durante a exposição de 2006. Foi uma Copa em homenagem (in memorian) ao Dú. E foi a primeira prova de hipismo que eu participei sem ter ele ao meu lado, puxando minha orelha ou correndo para comemorar comigo o primeiro lugar. Essa Copa sei que foi muito difícil para todos, eu entrava na pista para competir todos os dias chorando muito e não sabia se eu ia conseguir terminar o percurso. Eu tenho um presente de Deus na minha vida que é o meu cavalo For Pleasure, pode parecer idiotice mas eu amo ele como um irmão e o Dú sempre soube disso, então para mim, era muito importante conseguir uma medalha da Copa Eduardo Medina Filho com esse cavalo. E acho que por saber da minha tamanha saudade pelo Dú e do meu tamanho amor por ele, que eu sei não mudará nunca, acredito que ele mesmo, o Dú, ajudou a mim e ao For Pleasure a conquistarmos essa medalha: nós ficamos em 2° lugar e eu sou eternamente grata a eles dois por isso. |
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Experiências difíceis fazem parte da trajetória do ser humano. Como lidar com a saudades, com a dor e, em especial, como seguir em frente? O Dú era muito mais que um irmão ou um cunhado para mim! Ele sempre vai ser aquele que puxava minha orelha, tentava quebrar o meu dedo, brigava comigo pelos meus namorados, ficava bravo, fazia o melhor risoto do mundo - fora o do Weber, meu namorado senão eu apanho! (risos) - e era o melhor churrasqueiro que existia. Sei que irei sentir muita falta dele seja onde ou como for, ele sempre foi muito presente na minha vida e muito companheiro para tudo, amo demais e vou sempre sentir muita falta. Mas seguir em frente é necessário, não há pessoa no mundo que não tenha passado por algo difícil na vida que o faça não ter vontade de continuar, e dessa forma eu prefiro o ter como inspiração para todos os momentos de minha vida, o que me faz ser uma pessoa melhor. |
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Você já fez uma série de aparições como modelo. Pensa em levar adiante ou seria apenas um hobby? Na verdade, nunca pensei em ser modelo realmente, em levar isso como profissão. Eu comecei minha carreira de modelo por acaso quando meu avô, Tunico, me incentivou a fazer um curso de etiqueta. Eu tinha 16 anos e estava fazendo o curso mais para aprender a andar corretamente, comer, me portar de uma maneira geral de forma educada, sempre dei muito valor a isso, e foram surgindo os trabalhos por acaso. Comecei fazendo um desfile aqui, outro ali, e quando vi estava indo para fora do país. Foi aí que eu parei para pensar que eu teria que escolher entre meus cavalos e uma faculdade ou viver como modelo, então larguei a carreira e abracei meus cavalos. Nunca gostei realmente de ser modelo, acho meio chato pra ser sincera (risos). Continuo fazendo alguns trabalhos sempre que amigos me pedem ou quando é um dinheirinho "bem vindo"! |
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Você está sempre bonita, em forma. Quais são seus cuidados com a aparência? Meus amigos todos me chamam de homenzinho! Quase nunca faço a mão, não faço escova no cabelo, não faço hidratação, corto meu cabelo praticamente duas vezes por ano, tomo muita cerveja, muito whisky, amo futebol (jogar e assistir), amo carro, jogar playstation2 com meus amigos, não faço regime, "destruo" em um churrasco, entre outras coisas mais. Devo minha forma exclusivamente ao hipismo e ao meu cirurgião que me colocou silicone! (Risos e mais risos). Agora, vou começar a fazer personal com meu amigo Dujão (Eduardo Osti) que vai ter que me aturar e tentar me fazer correr, puxar peso e parar com a cerveja! |
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Um defeito... Um só?!?! Vixe, qual eu vou escolher dos milhões. Falar muito palavrão, #$&*@(risos). |
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Uma qualidade... Eu sou muito sincera. Muito mesmo, e eu acho isso uma qualidade mesmo quando eu apanho se digo que a roupa está feia, você está gorda ou esse corte de cabelo estragou tudo! |
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